De acordo com o Mundo Deportivo, a equipe de campanha de Riquelme não se dissolveu quase dois meses após perder a eleição e continua a monitorar os assuntos diários do Real Madrid, com os olhos voltados para a eleição presidencial do clube em 2030.

Em 7 de setembro, a reeleição de Florentino como presidente do Real Madrid completará exatamente dois meses. Naquele dia, um total de associados participou da votação, com Florentino recebendo 21.741 votos, representando 65% do total, enquanto outro candidato, Enrique Riquelme, recebeu 11.814 votos, representando 35%.
Quase dois meses depois, a equipe de campanha de Enrique Riquelme não se dissolveu, mas continua trabalhando, prestando atenção a tudo o que acontece diariamente no Real Madrid.
Segundo o jornal, a equipe de Riquelme realizou um estudo sobre como Florentino lidou com situações semelhantes ao fracasso do Real Madrid em conquistar qualquer troféu em duas temporadas consecutivas, que ocorreu em junho deste ano, durante sua gestão como presidente do clube.
O estudo mostra que, desde que se tornou presidente em 2000, a resposta de Florentino a situações semelhantes tem sido em grande parte a mesma: o treinador principal sempre arca com a maior responsabilidade. Nas últimas duas temporadas, Carlo Ancelotti não foi demitido, mas seus antecessores Xabi Alonso e Álvaro Arbeloa foram demitidos, embora Arbeloa tivesse assinado um contrato de três anos ao assumir o cargo em janeiro deste ano.
Também houve casos semelhantes com Carlos Queiroz, José Antonio Camacho, Vanderlei Luxemburgo, Mariano García Remón e Manuel Pellegrini.
Como Riquelme deixou claro anteriormente, sua equipe não parará de trabalhar e se concentrará em 2030, quando uma nova eleição presidencial será realizada no clube.
Traduzido por IA.
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