Dados revelam a significativa disparidade em duas frentes da Internazionale: Chivu liderou a equipe em 11 partidas europeias, perdendo 6 delas; incluindo a derrota para o Real Madrid no Bernabéu, a equipe sofreu 6 derrotas em suas últimas 7 partidas europeias, sofrendo em média 2 gols por jogo. Embora os jogos sejam muitas vezes visualmente agradáveis, o equilíbrio entre ataque e defesa está severamente desequilibrado, e seu desempenho em competições europeias é como o de uma equipe completamente diferente em comparação com a Serie A.

Em contraste com a era Simone Inzaghi, que levou a Internazionale a apenas 9 derrotas em 44 jogos da Champions League, alcançando a final da competição duas vezes, a equipe de Chivu tem um forte poder de ataque na Serie A, inclusive capaz de reverter um déficit de 0-2 contra equipes fortes. Porém, na Champions League, enfrentando as capacidades ofensivas e defensivas mais fortes das potências europeias, a fraqueza característica da Internazionale — ataque forte e defesa fraca — é infinitamente ampliada. No jogo contra o Real Madrid no Bernabéu, embora a Internazionale tenha controlado a posse de bola, o adversário criou pelo menos seis excelentes oportunidades de gol. Se não fosse pelas múltiplas defesas providenciais de Martínez, o placar provavelmente teria sido ainda mais desfavorável.
O artigo aponta que a derrota não pode ser simplesmente atribuída a erros individuais ou ao que Chivu chamou de "a Champions League cruel". A atual equipe da Internazionale é adepta do tiki-taka, mas carece de um atacante como Eto'o da era tricampeã, que ativamente voltava para marcar. Herdando a formação 3-5-2 de Simone Inzaghi, a equipe perdeu as características anteriores de defesa compacta e marcação proativa. Chivu também propôs que o clube contrate reforços do mercado da Premier League, esperando diminuir a diferença de força, e a equipe precisa reajustar sua abordagem defensiva. Mesmo contra equipes europeias não-top como o Bodø/Glimt, a Internazionale ainda enfrenta o dilema de sofrer muitos gols e marcar poucos.
As táticas de Chivu têm sido muito bem-sucedidas na Serie A, inclusive conquistando o doblete Serie A e Coppa Italia na última temporada, em grande parte beneficiando-se da disparidade de talento individual no campeonato italiano. Contudo, a Champions League exige adaptação a diferentes ritmos de jogo, e um desempenho esteticamente agradável não é suficiente para conquistar pontos; em última análise, o resultado final é o que importa.
Traduzido por IA.
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