Rakan Al-Thani, filho do proprietário do Málaga, foi preso no Aeroporto de Munique, com os procedimentos de extradição ainda pendentes, de acordo com o Málaga Hoy.

O que acontece a seguir? Esta é a pergunta mais urgente para os adeptos do Málaga. A notícia de que Rakan Al-Thani foi preso no Aeroporto de Munique, após um mandado de busca, prisão e detenção ter sido emitido pela Espanha no início deste verão, surgiu na segunda-feira. A Alemanha faz parte da Área Schengen, mas esta primeira prisão no "caso Al-Thani" não simplificou o processo judicial.
Próximos passos de Rakan na Alemanha
Paco Valverde, que anteriormente representou a Associação de Acionistas Minoritários, explicou os próximos passos numa entrevista à Rádio Marca Málaga. Paco Valverde declarou: "Primeiro, Rakan deve ser apresentado às autoridades judiciais alemãs. Elas revisarão o seu caso, verificarão a sua identidade, confirmarão que a ordem espanhola ainda é válida e o informarão dos fatos envolvidos na ordem. O tribunal alemão decidirá então como proceder."
No entanto, o cidadão do Catar também poderá recusar a extradição para a Espanha. Dados os desenvolvimentos ao longo dos anos, este parece ser o cenário mais provável. Nesse caso, a Alemanha teria de iniciar um procedimento para "confirmar se é obrigada a entregá-lo à Espanha". Atualmente, o Málaga está a traduzir o mandado de busca e prisão para alemão para que Rakan, que se encontra atualmente em detenção preventiva, compreenda os seus direitos e obrigações.
Ações do Málaga
Se a Alemanha e a Espanha concordarem com a entrega do filho de Abdullah Al-Thani à Espanha dentro do prazo estipulado, poderão haver várias possibilidades. Paco Valverde disse: "Ele será entregue ao Tribunal de Instrução nº 14, e a Juíza María de los Ángeles Ruiz terá de decidir se o detém aguardando julgamento, se permite fiança ou se o liberta diretamente. Depois de tantas reviravoltas, acho que ele deveria, pelo menos, ser mantido em prisão preventiva primeiro, e a busca pelos outros deveria continuar."
Se ele for para prisão, há atualmente poucas indicações sobre quanto tempo seria detido. Paco Valverde afirmou: "A liberdade de uma pessoa é primordial. A este respeito, o tribunal deve decidir, com base nas conclusões da investigação, se a prisão preventiva é necessária ou se a fiança deve ser permitida." Acrescentou: "A prisão preventiva pode durar no máximo 6 meses ou um ano. Normalmente não dura tanto tempo, mas isso muitas vezes depende das acusações."
Mudará a família Al-Thani?
Surgem também questões. Qual será a atitude da família Al-Thani? Se Rakan vier para Málaga, deixá-lo-ão lá sozinho? Mudarão a sua estratégia e escolherão a abordagem de defesa que evitaram durante anos? Tentarão novamente contornar o mandado de busca, prisão e detenção? Se Nasser regressar novamente ao Dorchester Hotel via Londres, a polícia britânica lhe dará mais atenção?
O parecer de Paco Valverde é claro: "Isto não resolverá imediatamente muitos problemas, mas pelo menos não estamos mais a tatear no escuro. Não significa que os problemas serão resolvidos a curto prazo." A situação, que aguarda resolução há 6 anos, parece estar a começar a mudar, e notícias significativas são esperadas nas próximas semanas e meses.
Fonte: Málaga Hoy
Traduzido por IA.
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