O jornal Olé da Argentina publicou um artigo emocionante, pedindo uma despedida de alto nível para Messi.

"Eu quero ver a Diego para sempre", cantaram os torcedores de Rosário entre a multidão que lotou La Bombonera 29 anos atrás, quando Maradona realizou sua despedida. Naquela época, ele já havia deixado o auge de sua carreira, e sua condição física já não era a de um jogador em seu melhor momento. O mundo já havia sentido a dor de o número 10 azul e branco não pertencer mais ao futebol de elite. A essa altura, quase ninguém se lembrava de que ele não jogava pela seleção nacional havia mais de três anos.
As memórias que Messi deixou ainda estão vívidas e ao alcance. Há menos de dois meses, ele ainda estava ajoelhado, cerrando os punhos, celebrando uma das vitórias mais emocionantes da história do futebol argentino (contra a Inglaterra). Minutos antes de anunciar sua aposentadoria, a mesma pessoa que marcou 4 gols pelo Inter Miami ainda acreditava que Leo existiria para sempre no futebol. E por essa razão, sua despedida não será como a de ninguém mais.
Três semanas depois, a próxima data FIFA se abrirá novamente. Olé propôs, apelou e também clamou: se pudermos vê-lo mais uma vez, mesmo que seja a última, ele deveria vestir a camisa 10 e a braçadeira de capitão. Que ele, em boa forma, que aquele competidor feroz, jogue um jogo "real". Em um jogo assim, para ser digno de sua história, nenhum favor deveria ser concedido a ele em campo. Se pudesse ser provocado um pouco, ainda poderíamos ver Leo responder com aquela resiliência inglória, transformando a determinação em performance extraordinária.
Simbolicamente, apenas cerca de 85.000 fãs no estádio representam os 47 milhões de argentinos que querem vê-lo ao vivo. No entanto, esta não será a primeira vez que ele cria emoção à distância, embora seja a última. Desde o dia em que saiu do banco em 2006, até olhar choroso para as arquibancadas argentinas em 2026; de treinar cobranças de falta com Diego em 2010, à decepção no Maracanã em 2014, à frustração na Rússia em 2018, e ao apogeu em 2022. Ele sempre tocou as emoções das pessoas. Sim, parece um pouco estranho, mas com quase nenhum esforço deliberado, o impacto que criou é demasiado complexo para descrever. Perspectivas sociológicas, filosóficas, antropológicas e psicológicas surgem constantemente, mas ainda não conseguem explicar esse fenômeno que tem influenciado nossas vidas por mais de 20 anos.
Em última análise, trata-se de prestar uma verdadeira homenagem argentina à pessoa que dedicou sua vida a emocionar as pessoas com a camisa azul e branca e o amor em seu coração.
Traduzido por IA.
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