19 de maio, de acordo com o meio de comunicação holandês NOS, quatro investidores estrangeiros do clube da Eerste Divisie, Vitesse, decidiram remover a diretoria e a administração do Vitesse. No entanto, o clube declarou posteriormente em seu site oficial que esta decisão dos investidores estrangeiros "não tem efeito legal."

Os acionistas relevantes Timo Blasch, Leon Muller, Brian Molnarghi e Flint Reilly informaram a Real Associação Holandesa de Futebol (KNVB) que exigem a destituição imediata do diretor interino Joost de Wit, do gerente geral Ben Mansveldt e da supervisora Claudia Rapp.
"Acionistas Estrangeiros Acreditam Controlar o Clube"
Os supervisores e a administração destituídos não aceitaram esta decisão e declararam publicamente: "Esses acionistas estrangeiros, por deterem mais de 75% das ações, acreditam ser os controladores de fato do Vitesse, mas ignoram o fato de que essas ações foram vendidas para a 'Sterkhouders Vitesse Arnhem BV'."
Eles apontaram ainda que, de acordo com os termos do contrato, comprador e vendedor concordaram explicitamente que as decisões importantes devem ser aprovadas por consentimento mútuo na assembleia de acionistas, e atualmente não há tal consenso.
Apesar da turbulência interna, o Vitesse ainda espera chegar a uma solução com a Real Associação Holandesa de Futebol (KNVB) e seu comitê de licenciamento em relação à aquisição e operação do clube esta semana.
Traduzido por IA.
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