De acordo com o veículo de mídia brasileiro g1, um homem é suspeito de se passar pelo treinador do Grêmio, Luís Castro, e entrar em contato com vários jogadores via WhatsApp para cometer fraude. O atacante colombiano do Grêmio, Jhonata Robert, foi uma das vítimas, transferindo aproximadamente 22 mil reais (cerca de 3.700 euros) para o golpista. O zagueiro do Grêmio, Walter Kannemann, e o ex-jogador Andrés D'Alessandro também receberam mensagens do golpista, mas nenhum deles efetuou pagamentos.

Na manhã de 2 de setembro, Lucas de Oliveira Eduardo, de 29 anos, foi detido preventivamente pela polícia no Rio de Janeiro. Ele está sob investigação por suposta fraude eletrônica e roubo de identidade.
A polícia informou que o suspeito pertence a uma quadrilha que usa contas falsas em aplicativos de mensagens para cometer fraudes. Os criminosos se passaram pelo técnico português Luís Castro e solicitaram dinheiro de jogadores do Grêmio e de outros clubes, alegando que era para doação de cestas básicas para projetos de assistência social.
De acordo com a investigação, Jhonata Robert transferiu aproximadamente 22 mil reais para o golpista. O Grêmio declarou que, como se trata de assunto pessoal do jogador, o clube não faria comentários.
A RBS TV confirmou que o zagueiro do Grêmio, Kannemann, também recebeu mensagens do golpista, mas percebeu algo incomum e contatou a polícia. O ex-internacional argentino D'Alessandro também foi contatado pelo golpista, mas a polícia já havia começado a monitorar a situação, então ele não pagou nenhum dinheiro ao golpista.
Além de pessoas ligadas ao Grêmio, a polícia descobriu que jogadores de outros clubes de diversos estados, funcionários de um clube europeu e uma celebridade brasileira também foram alvo do grupo de fraude.
O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, com a operação codinome "Falso Camisa 9". Com assistência da Polícia Civil do Rio de Janeiro, a polícia executou uma ordem de prisão preventiva em 2 de setembro e dois mandados de busca e apreensão em Itaperuna, no Rio de Janeiro.
A investigação revelou que o caso começou com uma denúncia de que um suspeito havia contatado 4 jogadores via WhatsApp. O golpista usou a foto do treinador como foto de perfil, passando-se por ele para se comunicar com os jogadores, e até pediu que fossem ao centro de treinamento mais cedo no dia seguinte, alegando que queria "ter uma conversa".
Com uma das vítimas, o golpista se comunicou por vários dias, não apenas perguntando sobre sua vida diária, situação familiar e desempenho nos treinos, mas também elogiando constantemente sua dedicação. Para evitar que o golpe fosse descoberto, pediu ao jogador que não contasse a ninguém sobre a conversa, tentando isolá-lo de seus companheiros de equipe.
Depois de ganhar confiança, o golpista começou a fazer exigências monetárias. Alegou que estava ajudando um projeto de assistência social no Rio de Janeiro e queria que o jogador pagasse por 300 cestas básicas, cada uma custando 75 reais, totalizando 22.500 reais.
Em 6 de maio deste ano, o golpista enviou ao jogador uma chave PIX, alegando que pertencia a uma pessoa responsável pela instituição de caridade, e pediu para que completasse o pagamento.
Quando o jogador tentou transferir dinheiro pela primeira vez, a operação falhou porque excedeu o limite diário de transações bancárias. O golpista então pediu que pagasse novamente na manhã seguinte, reiterando para não contar a ninguém sobre isso. No dia seguinte, o jogador finalmente completou a transferência via PIX. Posteriormente, o golpista enviou ao jogador um suposto "recibo de cesta básica" da instituição de caridade, reforçando a ilusão de que a doação era real e eficaz.
Mas o golpista não parou por aí. No mesmo dia, disse à vítima que outro jogador "no Brasil" queria doar 600 cestas básicas, mas devido à diferença de fuso horário, não podia responder temporariamente, então pediu à vítima que adiantasse cerca de 50 mil reais para este jogador, alegando que o dinheiro seria reembolsado posteriormente.
Para aumentar a credibilidade e pressionar a vítima, o suspeito também alegou que outros jogadores do time haviam participado da doação. Porém, como esta transferência de 50 mil reais também excedeu o limite diário de transações bancárias da vítima, o segundo pagamento não foi concluído.
Traduzido por IA.
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