Em 30 de agosto, conforme Joe Thomas, correspondente do Everton para o "Liverpool Echo", o Everton foi forçado a vender Ndiaye após protestos de torcedores contra a possível venda de Armstrong.

O clube encerrou as negociações para vender a jovem estrela após os torcedores expressarem indignação com a perspectiva de transferência de Harrison Armstrong para o Nottingham Forest. As negociações estavam avançando, mas a torcida do Everton organizou um protesto coletivo, com o CEO Angus Kinnear acompanhando de perto.
O encerramento das negociações não impedirá danos significativos à reputação do proprietário do clube, o Friedkin Group. Com o prazo final de transferências se aproximando na terça-feira e o mercado cada vez mais ativo, as ações do clube nos próximos dias serão acompanhadas atentamente.
O clube deixou claro ao longo da temporada que pretendia manter Ndiaye, que tem três anos restantes de contrato. No entanto, o internacional senegalês rejeitou várias propostas de renovação e expressou o desejo de jogar na Liga dos Campeões — um objetivo que o Tottenham Hotspur não consegue cumprir imediatamente, após terminar em 17º lugar na Premier League pela segunda temporada consecutiva, apesar de ter investido centenas de milhões de libras.
Com problemas financeiros, o Everton precisa vender jogadores. Como Armstrong não pode sair, o clube é forçado a vender Ndiaye.
Traduzido por IA.
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