O médio português Bernardo Silva refletiu sobre a vitória por 2-1 da equipa contra a Croácia. Ele afirmou que o objetivo mais importante tinha sido alcançado – a qualificação para os oitavos de final do Campeonato do Mundo FIFA de 2026 – mas que a equipa ainda precisava de melhorar o seu controlo emocional.

Entrevista à SIC

Foi um jogo muito difícil. Na minha opinião, perdemos o controlo em momentos em que não devíamos. O início foi até bom; jogámos bem durante cerca de 15 a 20 minutos, mas depois fomos arrastados para o ritmo que os nossos adversários queriam. No fim das contas, foi uma boa vitória porque o objetivo mais importante foi alcançado – a qualificação para os oitavos de final. No entanto, sinto que jogámos um pouco desencontrados.

Fomos arrastados para o ritmo que a Croácia queria, perdendo algum equilíbrio geral, e pagámos o preço por isso. Depois, houve um período em que tivemos de arriscar mais, e fizemos bem. Mas depois, quando não devíamos ter recuado tanto, a nossa linha defensiva estava muito baixa, dando oportunidades aos adversários para cruzar e disputar as segundas bolas. Claramente, foi um jogo muito emocional.

Esta é uma competição difícil, e representamos o nosso país, assim como as nossas famílias e amigos. O futebol em si é cheio de emoção e paixão, mas às vezes perdemos a nossa racionalidade, e a racionalidade é muito importante. Isto aconteceu contra a Colômbia, e aconteceu novamente hoje, e quase nos custou caro. Não mantivemos as nossas posições suficientemente bem em campo, especialmente nas fases finais da primeira parte e no início da segunda parte.

Quando isto acontece, o jogo torna-se cinquenta-cinquenta, enquanto deveríamos ter tido mais controlo e domínio. Felizmente, qualificámo-nos, mas temos de melhorar neste aspeto, porque nos oitavos de final enfrentaremos um adversário muito forte.

Jogar contra a Espanha será mais difícil? Também será muito difícil; eles são um dos favoritos para vencer o campeonato. Todos sabem que são uma equipa com uma filosofia tática muito madura, e é difícil recuperar a bola deles e controlar o jogo. Temos de trabalhar muito para isso, para termos uma melhor hipótese de avançar.

Entrevista à Sport TV

Eu estava sentado no banco ao lado dele. O Gonçalo sempre teve confiança de que pode fazer a diferença sempre que joga. Hoje ele disse: "Não se preocupem, eu vou entrar e marcar." E ele realmente marcou.

Traduzido por IA.

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