O Brasil enfrentará a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo FIFA. O zagueiro Douglas participou da coletiva de imprensa pré-jogo, e este artigo é a terceira parte dela.

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Muitas pessoas consideram a França a favorita para vencer o campeonato, e também mencionam a Argentina com Messi, e a Espanha com Yamal. Todas essas equipes têm habilidades individuais muito destacadas. Como você vê o posicionamento atual da força da equipe brasileira? Esta equipe brasileira atual tem capacidade de competir com essas equipes?

Douglas: Não acho que estamos evitando deliberadamente o chamado status de "protagonista", mas enfatizamos o papel da equipe como um todo. Esta também é a filosofia que sempre defendemos e continuamos a transmitir ao mundo exterior. Cada jogador conhece suas responsabilidades e pode desempenhar um papel fundamental em suas respectivas posições. De uma perspectiva geral, somente como equipe podemos jogar em alto nível.

Quanto à classificação externa da força da equipe, não estamos muito dispostos a participar muito, porque isso às vezes pode se tornar uma motivação para outras equipes. Nós nos concentramos mais em nós mesmos e, através da motivação interna, mostramos nosso melhor nível no jogo.

Neste momento, que é particularmente significativo para o estado da Paraíba, você e Matheus Cunha representam esta terra. Você sente a responsabilidade de inspirar milhares de crianças no Nordeste que sonham em um dia vestir a camisa da seleção brasileira? Faço esta pergunta porque também sou do Ceará, de Fortaleza, e embora agora trabalhe para a mídia portuguesa, adoraria ouvir seus pensamentos.

Douglas: Cunha e eu conversamos muito. Sempre agradecemos a Deus por nos permitir, vindos do Nordeste, vivenciar momentos como esses. Queremos mostrar às crianças que elas também podem dar o seu melhor, não apenas jogando futebol, mas também estudando muito e ouvindo seus pais, porque essas coisas as ajudarão um dia a se juntar à seleção como Cunha e eu.

Sem dúvida, nossa atuação aqui agora motiva muitas crianças e as faz sonhar em um dia se juntar à seleção. Então esperamos continuar avançando nas fases eliminatórias, para que mais crianças possam nos ver e nos ter como exemplos.

Você acabou de mencionar motivação, e também alguns comentários de outros treinadores. Lembro que em 2002, o técnico Felipão costumava mostrar aos jogadores vídeos de torcedores celebrando por todo o Brasil. Conteúdo semelhante ainda é compartilhado com vocês agora? Isso ainda é uma forma de motivar? Como vocês lidam com essas coisas durante o período de concentração?

Douglas: Não assistimos a muitos vídeos assim. Porque nos motivamos mais através da interação mútua consciente, e acreditamos que a motivação deve vir mais de dentro, não de fora. Acho que essa motivação pode até ser rastreada até a nossa infância, mostrando-nos de onde viemos e onde chegamos. Então, acho que esse tipo de motivação, que foi formada desde a infância, desempenha um grande papel nos treinos e nos jogos. Continuaremos a sonhar junto com todos os brasileiros. Se Deus quiser, faremos um grande jogo contra a Noruega e continuaremos a manter essa motivação que temos desde a infância.

Traduzido por IA.

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