De acordo com o Sport News Africa, embora a equipa senegalesa tenha sido eliminada do Campeonato do Mundo FIFA depois de perder para a Bélgica nos oitavos de final, a controvérsia em torno da saída precoce da equipa continua a crescer no país.

Anteriormente, uma conferência de imprensa do Presidente da Federação Senegalesa de Futebol, Abdoulaye Fall, gerou protestos públicos, e o Ministério dos Desportos do Senegal pediu, desde então, aos membros da federação que parassem de falar publicamente. No entanto, as questões de gestão da federação durante o Campeonato do Mundo FIFA continuam a ser questionadas.

A mais recente controvérsia centra-se na cobertura médica. Os relatórios indicam que, além dos salários não pagos à equipa médica e das tensões internas, há outro problema potencialmente grave: os jogadores senegaleses, a equipa técnica e toda a delegação não estavam segurados durante o Campeonato do Mundo FIFA.

O Sport News Africa afirma que a razão é que a Federação Senegalesa de Futebol não conseguiu adquirir seguro para o pessoal de que era responsável.

Este problema veio à tona depois de o guarda-redes Edouard Mendy se ter lesionado. No segundo jogo da fase de grupos contra a Noruega, Mendy sofreu uma lesão no joelho e, posteriormente, precisou de uma ressonância magnética para determinar a extensão dos danos.

Os relatórios indicam que, devido à falta de seguro, Mendy teve de pagar este exame do seu próprio bolso. Dado o alto custo dos cuidados médicos nos Estados Unidos, esta despesa não foi pequena.

Esta situação intensificou ainda mais o clima de desconfiança dentro da equipa senegalesa e levou a um questionamento externo contínuo da organização e do trabalho de apoio da Federação Senegalesa de Futebol durante este Campeonato do Mundo FIFA.

Traduzido por IA.

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