O presidente argentino Milei afirmou em uma entrevista à rádio local El Observador, de Buenos Aires, que não compareceria pessoalmente ao jogo, temendo trazer má sorte para a equipe.

Em 20 de julho, horário de Pequim (CEST), a Argentina enfrentará a Espanha na final da Copa do Mundo da FIFA. Quando perguntado se viajaria para Nova Jersey para assistir à final com o presidente dos EUA, Trump, e o presidente da FIFA, Infantino, Milei respondeu: "Absolutamente não, continuarei assistindo ao jogo em Olivos (a residência presidencial)."
Quando o repórter perguntou se ficar em casa era por motivos supersticiosos, Milei confirmou e continuou a explicar seu outro "ritual de assistir ao jogo": "Porque está muito frio e não ligo o aquecedor, uso um casaco com o logotipo de uma empresa de petróleo. No dia em que jogamos contra a Suíça, estava com tanto calor usando-o que o tirei, e então o adversário marcou um gol contra nós. Eu o coloquei de volta e não o tirei desde então."
Entende-se que, por muito tempo, os presidentes argentinos têm sido muito cautelosos ao comparecer a jogos importantes da Copa do Mundo da FIFA para evitar trazer má sorte à seleção nacional. Essa superstição remonta à Copa do Mundo da FIFA de 1990, quando o então presidente Carlos Menem visitou a equipe pouco antes da chocante derrota da Argentina por 0 a 1 para Camarões no primeiro jogo da fase de grupos. Desde então, Menem foi chamado de "mufa", que significa "azarão" ou "gafe". Entende-se que nenhum presidente argentino em exercício assistiu a um jogo da seleção nacional pessoalmente desde então.
Traduzido por IA.
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