De acordo com a mídia britânica, a UEFA pediu aos árbitros do VAR para não incluírem simulação ou conduta antidesportiva sob a regra de "identidade equivocada", rejeitando diretamente o mecanismo controverso que está sendo usado na Copa do Mundo FIFA de 2026.

A IFAB alterou os procedimentos do VAR neste verão para permitir que os árbitros mudassem um cartão amarelo para um cartão vermelho quando um jogador é incorretamente identificado.

Esta regra foi usada duas vezes na atual Copa do Mundo FIFA. Na primeira vez, Tim Ream dos Estados Unidos recebeu um cartão amarelo por simulação, mas o cartão amarelo foi originalmente dado a Miguel Almiron do Paraguai; um caso mais controverso ocorreu na partida das oitavas de final entre Suíça e Argentina.

O atacante suíço Embolo foi expulso aos 72 minutos após intervenção do VAR. Inicialmente, um cartão amarelo foi dado a Leandro Paredes da Argentina por uma falta. Repetições em vídeo subsequentemente mostraram que Embolo foi quem iniciou o contato, resultando em ele receber um segundo cartão amarelo e ser expulso.

Esta decisão veio apenas 5 minutos depois que a Suíça empatou. A Argentina então venceu por 3 a 1 na prorrogação, com a Suíça perdendo a partida enquanto jogava com um jogador a menos.

A decisão da UEFA equivale a uma clara rejeição da expansão do poder do VAR dessa maneira. Há preocupações de que, se esta regra for amplamente adotada, poderá levar a intervenções mais frequentes dos árbitros, gerar maior controvérsia e afetar o fluxo do jogo nas competições europeias.

Traduzido por IA.

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