De acordo com Olé, o presidente do Boca, Juan Román Riquelme, citou as decisões do árbitro como uma das razões para a eliminação do time da Copa Libertadores.

Já se passou algum tempo, mas a ferida não cicatrizou. A saída do Boca da Copa Libertadores continua dolorosa. Horas antes da partida das oitavas de final da Copa Sul-Americana contra o O'Higgins, Juan Román Riquelme novamente falou sobre esse golpe. Desta vez, sua abordagem foi diferente. Pela primeira vez desde que a eliminação do time foi confirmada, Riquelme criticou diretamente as decisões da arbitragem no confronto de dois jogos contra o Cruzeiro, deixando claro que, em sua opinião, essas decisões acabaram se tornando o fator decisivo para o Boca não permanecer na principal competição de clubes da América do Sul. Riquelme afirmou: "Se não fosse por isso, talvez o Boca ainda estivesse na Libertadores."

Questionado sobre as razões da eliminação, Riquelme primeiro disse: "Acho que todos os fatores estão relacionados. Os treinadores podem treinar muito, mas os jogadores tomam decisões em campo. Às vezes, a sorte também desempenha um papel." No entanto, ele rapidamente mudou sua explicação para as decisões do árbitro. Riquelme disse: "Tenho grande respeito pelos árbitros, mas duas coisas muito óbvias aconteceram. Barreto foi expulso por uma falta contra o Cruzeiro. No campo do Boca, um gol foi validado depois que a bola bateu na mão de um jogador do Cruzeiro, enquanto um gol foi anulado quando a bola bateu na mão de um jogador do Boca. Isso é muito estranho, o adversário é o mesmo time, e os locais são Brasil e Buenos Aires, respectivamente."

O que Riquelme estava se referindo era uma fase de grupos controversa. Naquele jogo na La Bombonera, o Boca sofreu duas decisões que ainda provocam raiva. A primeira ocorreu aos 88 minutos, quando Miguel Merentiel marcou para fazer 2 a 1. O VAR alertou o árbitro principal Carlos Valenzuela sobre um suposto toque de mão de Delgado anteriormente. Após uma longa revisão, o árbitro principal anulou o gol, mas o Boca nunca acreditou que a ação fosse clara o suficiente para anular o gol.

O segundo incidente ocorreu na última jogada do jogo. Após o cabeceio de Ángel Romero, a bola atingiu o braço esquerdo de um defensor do Cruzeiro na área. Valenzuela sinalizou para continuar o jogo, e o VAR não o alertou para revisar. O Boca protestou por um pênalti, mas essa decisão nunca foi revisada, apesar de o árbitro ter usado um critério semelhante para anular o gol de Merentiel minutos antes.

Na visão de Riquelme, o impacto dessas decisões foi muito além de uma única noite controversa. Ele disse: "Se não fosse por isso, talvez o Boca ainda estivesse na Libertadores. Esquecemos essas coisas, mas os árbitros nunca são suspensos. Não podemos esquecer isso." Esta é a crítica mais forte de Riquelme desde aquela eliminação, e marca uma mudança em sua postura: ele nunca havia atribuído tão explicitamente o resultado da classificação às decisões da arbitragem.

No entanto, Riquelme também fez uma autocrítica. Falando sobre a derrota do Boca por 1 a 0 para o Universidad Católica na La Bombonera, que acabou levando à sua eliminação, ele admitiu: "Depois disso, também não podemos esquecer que não jogamos bem contra o Universidad Católica; o time estava um pouco lento." Embora tenha admitido que o time não teve um bom desempenho na rodada final, ele também deixou claro que, em sua opinião, toda a história havia começado muito antes disso.

Traduzido por IA.

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