De acordo com o R7 Esporte, dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e Ancelotti estão avaliando um brasileiro com "influência significativa" para atuar como treinador adjunto, preenchendo a vaga deixada pela saída de seu filho, Davide Ancelotti.

Davide Ancelotti optou por sair após a derrota do Brasil na Copa do Mundo e se mudou para o Lille. Nas últimas semanas, uma ideia tem sido cultivada discretamente dentro da CBF: proporcionar a Ancelotti um treinador adjunto brasileiro influente. Essa pessoa deve ser nascida no Brasil e ter um profundo conhecimento dos jogadores brasileiros. Essa ideia chegou aos ouvidos de alguns presidentes de federações estaduais de futebol e também recebeu a aprovação deles.
A CBF espera que Ancelotti volte ao trabalho após a Copa do Mundo. O Brasil terminou em um decepcionante 11º lugar na Copa do Mundo Americana. Uma crítica recorrente de pessoas de fora é que o treinador italiano não estava familiarizado com os jogadores brasileiros que haviam se mudado recentemente para a Europa, pois ele não estava mais treinando o Real Madrid naquele período. Além disso, a equipe percebeu a necessidade de um "amortecedor" – Ancelotti havia tomado todas as decisões e lidado com múltiplas entrevistas sozinho anteriormente.
Ter um ex-jogador brasileiro de sucesso como treinador adjunto seria ideal e poderia até levá-lo a assumir a seleção nacional após a saída de Ancelotti em 2030. Os dois nomes mais frequentemente mencionados são Kaká e Leonardo Silva, ambos trabalharam com Ancelotti – Kaká colaborou com Ancelotti durante seu tempo no AC Milan e no Real Madrid.
Ancelotti descreveu seu primeiro encontro com Kaká em sua autobiografia: "Quando ele chegou ao Milanello pela primeira vez, usava óculos, o cabelo bem penteado, como um estudante que acabou de sair da escola, quase perfeito. Quando o vi em campo, soube que era um presente de Deus, pois raramente tinha visto um jogador tão poderoso ou excelente."
Quanto a Leonardo Silva, a relação entre os dois foi menos harmoniosa, devido às suas experiências durante seu tempo no Paris Saint-Germain, quando Leonardo Silva atuou como diretor esportivo do clube. Ancelotti também documentou esse evento passado em sua autobiografia: "Por que dizer a um treinador que ele pode ser demitido? E se tivéssemos vencido aquele jogo? Claro, eu ficaria, mas não me sentiria confortável. Porque então eu sabia que havia perdido a confiança do presidente e do diretor esportivo. Vencemos, batendo o Porto por 2 a 1, então não fui demitido, mas tudo foi diferente para mim. Não sentia mais o apoio do clube, o que me colocou em uma situação insustentável, especialmente para um projeto de longo prazo. Eu disse a Leonardo Silva antecipadamente que sairia no final da temporada. Ele era meu amigo então, ou assim eu pensava. Mas ele não ofereceu nenhuma explicação para me tratar dessa maneira. Fiquei surpreso; tal coisa não deveria acontecer, nem no futebol, nem em qualquer outro campo. Se você quer demitir alguém, então demita. Não diga a eles que serão demitidos se perderem."
Rumores dizem que os dois se reconciliaram. A possibilidade de um treinador adjunto brasileiro assumir oficialmente é real. Fontes disseram a este blog que o atual coordenador da seleção e ex-jogador do Flamengo, Juan, não tem a estatura para se igualar a Ancelotti. "Quem o ouviu falar durante a Copa do Mundo?" Com a saída de Davide Ancelotti, esta vaga precisa ser preenchida, e a decisão final será tomada por Ancelotti.
Traduzido por IA.
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