No sábado, em horário local, jogadores do Club Ceuta e do Las Palmas apareceram no estádio Alfonso Murube vestindo camisetas com o slogan "Ceuta não está à venda, Ceuta será defendida", protestando contra a situação que a cidade enfrenta após a chegada de mais de 5.000 imigrantes marroquinos em 17 de maio.

A partida era da segunda rodada da Segunda División. Antes do jogo, ambas as equipes lançaram conjuntamente uma iniciativa para expressar publicamente sua solidariedade com o povo de Ceuta durante um período de alta tensão.
Antes do início da partida, os torcedores da casa cantaram o hino nacional, a bandeira espanhola foi exibida no telão e agitada nas arquibancadas. A atmosfera era de entusiasmo, com os torcedores aplaudindo o Presidente da Cidade Autônoma, Juan Vivas, e gritando insultos ao Primeiro-Ministro Pedro Sánchez.
Após o apito inicial, os jogadores da equipe mandante se recusaram a disputar a bola durante os primeiros 30 segundos como forma de protesto, reunindo-se no círculo central, enquanto os jogadores adversários esperavam respeitosamente em sua própria metade.
Anteriormente, o técnico do Ceuta, José Juan Romero, apareceu na sexta-feira em lágrimas, declarando estar "muito decepcionado com a Espanha e tudo", lamentando que "a humanidade é muito escassa".
Romero estava visivelmente emocionado, enfatizando que a situação na cidade autônoma era "um desastre", e denunciando que os moradores locais ainda se sentem "ridicularizados por toda a Espanha, porque ninguém aqui está disposto a fazer nada", e exigindo maior proteção para o clube na liga.
Traduzido por IA.
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