Nos estágios finais da vitória em casa do Real Betis por 1 a 0 sobre o Real Madrid na 4ª rodada da La Liga, Mbappé teve a oportunidade de empatar de pênalti, mas seu chute foi defendido pelo goleiro Allès, e o capitão do Real Betis, Bartra, imediatamente afastou a bola para fora.

Essa decisão gerou controvérsia após a partida, pois as repetições mostraram que Bartra havia entrado na área quando Mbappé chutou, sugerindo que o pênalti deveria ter sido repetido.

No entanto, em relação a esse cenário, as emendas às Leis do Jogo da IFAB 2026/27 possuem disposições claras:

A posição de um jogador quando o jogo é reiniciado depende da posição de seus pés ou de qualquer parte do corpo que toque o solo,

exceto para as situações descritas na Lei 11 - Impedimento: Se um jogador estiver no ar, sua posição depende da posição projetada se seus pés estivessem tocando o solo.

Isso significa que, neste caso particular da partida, como os pés de Bartra não estavam no chão, as regras não o considerariam um jogador que entrou na área prematuramente.

De fato, o próprio Bartra afirmou em uma entrevista pós-jogo que havia consultado um amigo que costumava ser árbitro sobre o assunto, demonstrando seu conhecimento da regra.

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【Bartra: Pulei na área quando o adversário cobrou o pênalti; não é falta enquanto meus pés não aterrissarem】

【Comitê de Árbitros Espanhóis: Os pés de Bartra não estavam na área quando Mbappé cobrou o pênalti, então não é falta】

Traduzido por IA.

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