Nesta Copa do Mundo da FIFA, muitos goleiros "veteranos" deixaram uma impressão profunda. Poucos olhares se voltaram para o goleiro do Haiti, Placide, mas sua experiência é igualmente digna de respeito.

Placide tem 38 anos e, na temporada passada, jogou pelo Bastia na Ligue 2. Nascido na França, veio da academia de juniores do Le Havre e passou a maior parte de sua carreira na Ligue 1 e Ligue 2. Representou a França Sub-21 sete vezes, mas optou por se juntar à seleção haitiana. Desde 2011, fez 85 partidas pelo Haiti. Nesta Copa do Mundo da FIFA, Placide capitaneou a equipe no torneio principal, a segunda vez na história do Haiti.
Nos três jogos da fase de grupos, Placide sofreu 8 gols. Sua atuação contra Marrocos merece destaque: o Haiti perdeu por 2 a 4, mas Placide fez 8 defesas.
Após terminar sua jornada na Copa do Mundo da FIFA, Placide disse: "Saio com um sentimento de realização. Meu sonho era levar meu país à Copa do Mundo da FIFA. Isso aconteceu tarde, mas melhor tarde do que nunca. Estou muito orgulhoso do que conquistamos."
A história de Placide talvez não seja tão comovente quanto a do goleiro cabo-verdiano Vozinha, e seu desempenho pode não ser tão impactante quanto o do goleiro de Curaçao Rangelo Janga, que fez 15 defesas em uma única partida, mas tudo o que ele fez e vivenciou também é digno de nosso respeito.
Traduzido por IA.
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