De acordo com reportagens da La Gazzetta dello Sport, três jogadores fora dos planos do Milan não têm mais espaço no projeto. A RedBird está disposta a continuar pagando seus salários, mas não os incluirá no elenco principal.

Sair do Milan, ainda que continuem recebendo os salários do clube, é essencial. Gerry Cardinale deixou claro para Fikayo Tomori, Youssouf Fofana e Santiago Giménez: se os três jogadores bem remunerados permanecerem com contrato no Milan após o encerramento da janela de transferências italiana, em 2 de setembro, ficarão excluídos dos planos do time.

Isso significa que o trio treinará à parte e não terá oportunidades de atuação. Por isso, Tomori, Fofana e Giménez não foram inscritos na lista oficial do Milan para a nova temporada da Serie A.

Tomori tem contrato até 2026 com o Milan, recebendo 3,5 milhões de euros líquidos anuais. Diferentemente dos outros dois, o zagueiro inglês não pode ser emprestado sem renovar contrato primeiro, o que atualmente é improvável. Graças ao Decreto de Crescimento italiano, o custo real de Tomori para o Milan anualmente é de 4,55 milhões de euros. É paradoxal: seus rendimentos são superiores aos de Fofana e Giménez, mas o impacto financeiro para o clube é menor.

Em janeiro de 2025, Tomori esteve muito próximo de deixar o Milan. Na época, o clube havia aceitado essencialmente a oferta do Tottenham Hotspur e também considerava transferi-lo para a Juventus. No final, foi o próprio Tomori quem se recusou firmemente, decisão bem fundamentada, pois após permanecer foi sempre titular, sendo largamente utilizado por Conceição e depois Allegri.

Foi Ruben Amorim quem decidiu que Tomori não faz mais parte dos planos, decisão posteriormente apoiada por Cardinale. Tomori foi excluído dos planos pouco antes de meados de agosto, junto com Odugo, Nkunku e Fofana. Os dois primeiros já deixaram o Milan, e agora Giménez os acompanha.

Para onde Tomori pode ir? É de fato problemático. O Aston Villa fez uma sondagem recentemente, mas depois desistiu. Na Juventus, Frederic Massara, responsável pela chegada do inglês à Itália, tem conexões com ele, mas atualmente não há progresso além da admiração mútua.

E quanto ao francês Fofana? O ex-jogador do Monaco despertou interesse principalmente de equipes da Premier League, como Nottingham Forest, Crystal Palace e, recentemente, Brighton, que já entraram em contato. Porém, nenhum clube avançou nas negociações ou fez proposta formal ao Milan. O próprio Fofana descartou rapidamente um retorno à França.

Seu salário líquido anual é de 3 milhões de euros, e o bruto de 5,5 milhões de euros, não exorbitante, enquanto o Milan pede entre 15 e 20 milhões de euros. Apesar disso, ainda não há negociações concretas. Dias atrás, Fofana postou uma foto nas redes sociais ao lado de outros "rejeitados" sorrindo no centro de treinamento de Milanello, quase uma provocação.

Por outro lado, Giménez aguarda autorização para se transferir ao Porto. O impasse é que Porto e Milan ainda não chegam a um acordo. O Porto ofereceu empréstimo com opção de compra de 15 milhões de euros, rejeitada pelo Milan. O clube italiano quer aumentar o valor em pelo menos 5 milhões de euros e transformar a opção em compra obrigatória com termos mais favoráveis, mas o Porto segue analisando.

O diálogo entre as partes segue contínuo, então não se descarta a possibilidade de outros clubes entrarem na disputa. Com 6 dias para o encerramento da janela, Cardinale espera encontrar soluções para os três jogadores, beneficiando todas as partes envolvidas.

Traduzido por IA.

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