De acordo com a Marca, o Valência ofereceu ao capitão Gayà um contrato de dois anos com um salário anual de 1 milhão de euros antes dos impostos, e pediu para adiar o pagamento dos seus 6 milhões de euros garantidos do último ano do seu contrato.

O entorno de Gayà nem sequer considera este documento uma proposta formal. Esta foi a resposta dos associados de José Luis Gayà depois de o Valência apresentar o documento de extensão de contrato ao seu capitão. O contrato de Gayà expira esta temporada, e esta renovação tem sido uma das prioridades que Gattuso e Corona tinham de resolver durante esta janela de transferências. Até agora, não tem havido contacto sério entre as duas partes porque todos entendem que o jogador quer ficar e o clube também quer que ele fique.
O jogador estava originalmente disposto a aceitar um corte salarial dos seus atuais 6 milhões de euros anuais brutos, mas não esperava receber uma oferta que nem sequer fosse considerada uma proposta. A opção do Valência para Gayà é assinar por mais dois anos, ganhando 1 milhão de euros brutos por época, o que é 6 vezes menos do que o seu salário atual. Além disso, o contrato também inclui a possibilidade de pagar o salário desta época ao longo de três anos para abrir espaço para o fair play financeiro da equipa.
Obviamente, um corte salarial desta magnitude não será aceite pelo jogador. Gayà não aceitará estas condições, e há um sentimento geral de que o Valência não está particularmente interessado em manter Gayà. Os jogadores não ficam num clube para sempre, mas esta proposta apresentada ao capitão é realmente difícil de aceitar. Com apenas 4 dias para o início da nova época, isto também pode levar a uma situação complicada.
Traduzido por IA.
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