Douglas Costa deu uma entrevista exclusiva ao Chiamarsi Bomber, relembrando sua carreira desde o Shakhtar Donetsk até o Bayern de Munique e depois à Juventus, além de falar sobre gols, dribles, grandes companheiros de equipe com quem jogou e a nova aventura prestes a começar nos Emirados Árabes Unidos. Este artigo é a terceira parte da entrevista.

Você conhece muito bem o futebol brasileiro e tem acompanhado de perto dois compatriotas seus, Gleison Bremer e Douglas Luiz. O que você acha da experiência deles na Juventus? Qual a sua avaliação do desempenho deles com a camisa bianconera?
Ambos são excelentes jogadores. Douglas retornou e tem tudo para ter um bom desempenho, e na minha opinião, ele teve um começo muito bom.
Gleison sempre foi forte, e ele melhora ano após ano. Não quero fazer comparações, mas ele está seguindo o caminho de defensores como Chiellini; ele está se desenvolvendo nessa direção.
Nos últimos anos, você foi um jogador importante na ponta direita da Juventus. O que você acha de Francisco Conceição, que agora ocupa essa posição?
Na minha opinião, ele é o jogador certo. Ele tem a capacidade de quebrar a defesa no um contra um, ele tem tudo, todas as qualidades necessárias. O time deveria deixá-lo fazer o que ele está acostumado a fazer. Eu gosto muito dele; ele é verdadeiramente forte. Ele é um jogador que pode criar muitas oportunidades e mudanças, e ele é uma parte muito importante do elenco da Juventus.
Você esteve perto de se juntar a outros clubes da Série A?
Sim. Quando eu ainda jogava pelo Shakhtar Donetsk, a Roma me procurou. Tivemos um desempenho muito bom contra eles nas oitavas de final da Liga dos Campeões. Conversei com eles, mas no final, eles não atenderam às exigências do presidente do nosso clube. Dois anos depois, fui para o Bayern de Munique.
Na seleção brasileira, você também jogou ao lado de outro jogador fenomenal, Neymar. Como era o seu relacionamento? Há alguma história especial que você gostaria de compartilhar sobre seu tempo com ele?
Neymar começou jogando na ponta, depois se tornou um camisa 10, e marcou mais de 500 gols em sua carreira, ele merece todos os aplausos. Cada geração terá seus próprios jogadores fenomenais. Primeiro Pelé, depois Zico, depois Ronaldo, Romário, Ronaldinho, e para nossa geração, é Neymar. Não ganhar a Copa do Mundo não o torna menos importante. Para mim, ele sempre foi um dos melhores jogadores da história.
Joguei com ele na seleção por quatro ou cinco anos. Sempre que alguém me pergunta quem é o melhor jogador, eu sempre digo o nome dele. Eu vi Neymar aos 23 anos, e naquela época, ele era incomparável aos outros jogadores mais velhos. Neymar conseguia pegar a bola na defesa e driblar até o gol. Ele faz você gostar de futebol.
Ele é o jogador mais forte com quem já joguei. No treino, com jogadores como eu, Coutinho e Willian, já estávamos em um nível muito alto, mas Neymar estava um nível acima de nós. Ele é um fenômeno absoluto.
Você já saiu com ele?
Há muitos anos, quando éramos ambos solteiros, talvez em 2006... mas não posso te contar nada, é impossível dizer. Agora somos ambos casados... (risos)
Você acha que o Brasil pode voltar ao seu auge?
Levará tempo. O futebol mudou muito, e o nível do futebol em outros países também melhorou significativamente. Por exemplo, no passado, as pessoas iam ao Japão para ensiná-los a jogar futebol, mas agora, o Japão pode ensinar os outros a jogar futebol. Eles jogam muito bem e conseguem exercer muita pressão.
Que tipo de pessoa é Ancelotti?
Ele é excelente em gerenciar equipes e jogadores. Senti-me muito bem trabalhando com ele. É seguro dizer que ele é um dos melhores treinadores do mundo. E ele também é uma pessoa muito interessante.
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Traduzido por IA.
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