Bugre se prepara para o reencontro com a arquirrival Ponte Preta depois de cinco anos

O hiato de cinco anos sem o dérbi campineiro contribui para que quase todos do Guarani não saibam o que é enfrentar a Ponte Preta no clássico de maior rivalidade do interior paulista. Do atual grupo, apenas dois jogadores tiveram experiência no duelo que volta a acontecer no dia 5 de maio, no Brinco de Ouro.

Quem jogou mais vezes foi Bruno Mendes. E nem foi tanto assim. Na época com 17 anos, recém-promovido ao elenco principal, o atacante foi titular nos dois dérbis do Paulistão de 2012: empate por 1 a 1 no Moisés Lucarelli, pela primeira fase, e 3 a 1 no Brinco de Ouro, na semifinal. Em ambas, o camisa 9 não participou de gols e foi substituído no segundo tempo.

Outro que também sentiu o gosto de disputar o clássico foi Baraka, só que como adversário do Guarani. Então volante da Ponte Preta, o hoje capitão bugrino atuou os 90 minutos na vitória por 3 a 1 pelo Paulistão de 2013, justamente o último duelo entre os rivais. Não marcou nenhum dos gols, mas ajudou a Macaca a somar uma nova vitória no campo do adversário.

O mais curioso é que o técnico do Guarani já disputou um dérbi, só que como jogador. O então volante Umberto foi titular no empate por 2 a 2 contra a Ponte, no dia 5 de fevereiro de 2006, partida válida pelo Paulistão, no Majestoso. Aquele clássico ficou marcado pelo gol de bicicleta marcado pelo bugrino Edmilson, logo a um minuto de partida.

Fora do elenco, dois integrantes da diretoria conhecem o clima do clássico. O executivo Luciano Dias era o técnico no empate por 2 a 2 pelo Paulistão de 2009, na última partida de Amoroso com a camisa do Guarani. Já Fumagalli, recém-aposentado e hoje coordenador técnico, atuou em seis dérbis, entre 2000-01 e 2012-13. Foram três gols.

Todos os demais vão para a primeira experiência no clássico campineiro. O GloboEsporte.com faz a cobertura da partida em Tempo Real, com vídeos exclusivos, desde o ambiente no Brinco até as repercussões do pós-jogo, nos vestiários das duas equipes.