Após a vitória do Atlético Madrid por 2 a 1 no clássico contra o Real Madrid, o jornalista do Marca Juan Ignacio G-Ochoa escreveu um artigo analisando a partida. Ele afirmou que o Real Madrid tinha razões para questionar algumas decisões da arbitragem, mas isso não poderia servir como desculpa para o mau desempenho da equipe.

O artigo apontou que duas infrações, uma de Cristian Romero e outra de Lee Kang-in, tinham potencial para cartão vermelho, sendo a falta de Lee Kang-in em Valverde a mais controversa. No entanto, problemas de arbitragem e o desempenho do próprio Real Madrid são questões distintas, e a controvérsia sobre as decisões não deve ofuscar os problemas táticos e futebolísticos da equipe.


O desempenho do Real Madrid no primeiro tempo já foi fraco, e o segundo tempo foi ainda pior. Embora a equipe estivesse com 10 jogadores após o cartão vermelho de Hüjsen, a verdadeira reação só veio nos acréscimos, depois que Rüdiger marcou. O artigo observou que, nos 90 minutos anteriores, o Real Madrid demonstrou falta de energia, agressividade e jogo eficaz, especialmente na organização ofensiva, não conseguindo criar chances claras ou ameaçar consistentemente a defesa do Atlético.
O artigo discutiu especificamente a dupla de meio-campo Valverde e Tchouaméni, observando que ambos são bons em correr, pressionar, cobrir o campo e manter o equilíbrio defensivo da equipe. No entanto, se forem encarregados de organizar o ataque, seria difícil para o ataque do Real Madrid flui com fluidez.
Em relação à disputa pelo título da LaLiga, o autor acredita que há uma clara diferença no estilo de jogo entre o atual Real Madrid e o Barcelona. Enquanto isso, o desempenho geral do Atlético Madrid no clássico foi superior ao do Real Madrid; seu sistema tático é mais maduro e têm uma ideia mais clara de como querem jogar. No entanto, o artigo também apontou que o Atlético não teve um desempenho avassalador nesta partida, mas foi simplesmente mais consistente e aproveitou suas oportunidades.
A forma de Vinicius também foi alvo de críticas, com o autor observando que o atacante brasileiro novamente esteve ausente no clássico. Embora Mourinho ainda o considere titular, as discussões sobre sua titularidade estão aumentando. Vinicius teve participação limitada nesta partida e não ajudou muito a equipe. Após o cartão vermelho de Hüjsen, Mourinho o substituiu aos 53 minutos.
Hüjsen havia sido um dos melhores jogadores do Real Madrid nesta temporada, mas seu erro no clássico mudou o rumo do jogo. No início do segundo tempo, ele não conseguiu lidar com um passe longo de Hjálmsson, então cometeu falta em Giuliano Simeone, resultando em pênalti e cartão vermelho.
Depois que o Real Madrid ficou com 10 jogadores e em desvantagem numérica, as substituições de Mourinho também foram questionadas pelo autor. Ele substituiu Vinicius por Diomande e depois retirou Güler para restabelecer um sistema com dois zagueiros. O autor acredita que Güler era um dos poucos jogadores do Real Madrid que poderia trazer criatividade ao ataque naquele momento, e após sua saída, o meio-campo formado por Valverde e Tchouaméni ficou ainda mais limitado taticamente.
Além disso, o Marca acredita que a falta de Lee Kang-in em Valverde deveria ter sido um cartão vermelho direto, pois sua entrada foi tardia e com a sola da chuteira, atingindo o tornozelo de Valverde. O VAR não interveio. O artigo também criticou o árbitro Ortiz Arias por não ter controlado bem o jogo.
Houve também vários confrontos entre jogadores de ambas as equipes durante a partida. Os jogadores argentinos do Atlético entraram em conflito com Bellingham; Romero teve um confronto com o meio-campista inglês no primeiro tempo, e depois Giuliano Simeone também discutiu com Bellingham. Bellingham cometeu posteriormente uma falta bastante agressiva em Álvarez.
Do lado do Atlético, o substituto Koke recebeu muitos elogios no artigo. O autor acredita que, com vantagem numérica e no placar, Koke ajudou a equipe a controlar ainda mais o meio-campo, demonstrando que ele ainda pode ter um impacto significativo em jogos de tanta importância.
O artigo observou que Álvarez continuou sendo vaiado por alguns torcedores do Atlético em casa, embora tenha chegado muito perto de marcar. Em uma clara oportunidade de gol, ele já havia driblado Courtois, mas Konate tirou a bola em cima da linha para impedir que Álvarez marcasse.
Traduzido por IA.
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